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Suicídio: identificando sinais e oferecendo ajuda

Se você desconfiar que alguém próximo está pensando em suicídio, não fique parado, tome uma atitude. Confira aqui, como você pode ajudar!

Espiritualidade

02.09.2021 - 08:00:00 | 5 minutos de leitura

Suicídio: identificando sinais e oferecendo ajuda

Suicídio é o ato de tirar a própria vida intencionalmente, também fazem parte deste comportamento os pensamentos suicidas, planos e tentativas de morte, assim como os transtornos relacionados ao problema. 

De acordo com a OMS ( Organização Mundial de Saúde), são quase 800 mil de pessoas que morrem por suicídio todos os anos, sendo a segunda maior causa de mortes entre jovens de 15 a 29 anos, atrás apenas de acidentes de trânsito. Todos os dias, pelo menos 32 brasileiros tiram suas próprias vidas.

Todos esses números poderiam ser evitados ou reduzidos consideravelmente se existissem políticas eficazes de prevenção ao suicídio. 

Nem sempre percebemos quando alguma pessoa está pensando em tirar a própria vida, pois os sintomas, na maioria das vezes não são visíveis, muitas vezes são silenciosos, mas há alguns sinais nos quais devemos prestar atenção, confira:

Sintomas Comportamentais 

Isolamento: se a pessoa deixa de sair.

Desinteresse: de repente, a pessoa deixa de fazer atividades que gosta.

Alimentação: a pessoa come mais ou come menos que o usual.

Mudanças no sono: se tem insônia ou dorme demais.

Agressividade: no caso de muitos jovens, às vezes a depressão se confunde com agressividade. 

Saiba qual a diferença entre  tristeza e depressão.

Nas redes sociais


As pessoas se expressam de maneiras diferentes em diferentes redes sociais. Uma pessoa pode se expressar com menos sinceridade em um post do Facebook ou do Instagram, por exemplo, e com mais aberturas em comentários de vídeos no YouTube, uma vez que estes não aparecem para as redes de contato. Por isso muitas plataformas têm tomado medidas para monitorar os conteúdos nelas publicados.

Se você, ao utilizar uma rede social, identificar algum conteúdo impróprio, com vídeos ou mensagens incitando o suicídio ou mensagens de pessoas que pareçam inclinadas a tentar isso, pode também agir, usando canais de denúncias das plataformas. Saiba como proceder em cada plataforma:

Facebook: basta clicar nos três pontinhos no canto inferior direito da publicação suspeita, e depois clicar em: "Obter apoio ou denunciar publicação". 

YouTube: basta clicar nos três pontinhos localizados no canto inferior direito de cada vídeo, depois em "Denunciar".

Twitter: basta clicar na seta na lateral direita superior do tuíte e depois em "denunciar".

Instagram: basta clicar nos três pontinhos do lado superior direito e em "denunciar".

É importante ficar atento às publicações de seus amigos e conhecidos e, a qualquer sinal suspeito, denuncie. Mas também procure prestar atenção aos pequenos sinais e ofereça a sua ajuda, para não seja necessário chegar a atitudes extremas.

Setembro Amarelo

A campanha teve início no Brasil, em 2015, pelo CVV ( Centro de Valorização da Vida), CFM ( Conselho Federal de Medicina e ABS (Associação Brasileira de Psiquiatria). As primeiras atividades realizadas pelo Setembro Amarelo aconteceram na capital do país, Brasília. Entretanto, já no ano seguinte várias regiões de todo o país aderiram ao movimento e também participaram.

A Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio (IASP) estimula a divulgação da causa em todo o mundo no dia 10 de setembro, data na qual é comemorado o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio.

Esta data foi criada em 2003 pela IASP e pela Organização Mundial de Saúde, com o objetivo de previnir o ato do suicídio, por meio da adoção de estratégias pelos governos dos países. Neste dia, realizaram-se cerca de 600 atividades em 70 países do mundo para salvar vidas.
 
Objetivos do Setembro Amarelo
 
 
O principal objetivo da campanha Setembro Amarelo é a conscientização sobre a prevenção ao suícidio, buscando sempre alertar a população a respeito da realidade da prática no Brasil e no mundo. 
 
Durante todo o mês de setembro, são realizadas ações a fim de sensibilizar a população e os profissionais da área para os sintomas desse problema e para a saúde mental. 
 
Assim, fazendo-os entender que o suicídio também é uma questão de saúde pública. Pois, infelizmente, para muitos, trata-se apenas de uma espécie de fraqueza de conduta ou personalidade.
 
Identifiquei os sinais, e agora o que eu faço?

Se você desconfiar que alguém próximo está pensando em suícidio, não fique parado, tome uma atitude. E a primeira atitude pode começar com a pessoa, abordando sempre com uma postura acolhedora, se colocando à disposição para ajudar. 
 
O importante é deixar a pessoa falar, pois muitas vezes, colocar em palavras o que se está sentindo pode ser relevante. Se sentir importante para alguém, pode ser o apoio necessário para o momento.
 
Onde buscar ajuda?
 
Ao identificar um caso de tentativa de suicídio é importante agir rápido, por isso tenha sempre em mãos os números de emergencia. Abaixo há uma lista de lugares aos quais você pode recorrer:
 
CAPS e Unidades Básicas de Saúde ( saúde da família, postos e centros de saúdes)
UPA 24h
SAMU 192
Hospitais
Pronto-socorro
CVV - Centro de Valorização da Vida ( apoio emocional e prevenção do suicídio) 188  (Chat, Skype ou e-mail)
 
Ouça quem precisa de você! Você é o papel fundamental para ajudar quem mais precisa e assim ajude a salvar vidas, que precisam ser ouvidas! E se você precisa, não hesite, peça ajuda, existem muitas pessoas torcendo por você.
 
Leia mais:
 
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